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    Estourar espumante, só em datas especiaisAberto de forma incorreta, bebida perde gás e essência. Vendas de espumante para a virada aumentam 25%

    Pablo Cordeiro
    *Colaboração
    31/12/2009

    Sempre pedido nas viradas de ano, o espumante faz a festa da criançada, com o estouro da rolha, e a alegria dos adultos, com o sentimento de bons fluidos para o ano que chega. No entanto, para melhor degustação, abrir a garrafa com o estouro prejudica a qualidade do produto. "Para fins festivos vale a pena estourar. No entanto, o modo correto de abrir é tirando a rolha, pois evita que a garrafa perca o gás carbônico e o espumante fique sem essência", explica o sommelier José Gomes.

    Para a ceia da virada, o sommelier recomenda que o espumante seja consumido bem gelado, entre 6°C e 8°C, e com moderação. "Para combinar é interessante o espumante com petiscos, canapés, frutos do mar, comida japonesa. Ou sozinho", destaca. Para os mais afoitos, o produto, mesmo tendo menor concentração de álcool, se comparado com outras bebidas alcoólicas, pode provocar ressaca no dia seguinte. "É mais difícil, mas se a pessoa consumir litros pode acontecer. O espumante é mais leve. A cerveja tem 5,5% de teor alcoólico e o espumante, 2,5%, em média."

    E o champagne?

    espumanteUm erro muito cometido pelas pessoas é quanto as nomenclaturas de espumantes. Segundo explica Gomes, o champagne é o espumante feito nas regiões de Champagne, na França, e não o nome genérico da bebida. "O Cava é um espumante espanhol; o Afti é um espumante italiano; assim como o Prosecco, preparado à base de uvas da região de Valdobbiadene", esclarece. Gomes ressalta que todo espumante é feito de uvas e que os filtrados e cidras são produzidos a partir de maçã.

    Aumento das vendas

    espumanteO proprietário de uma loja especializada em vinhos e espumantes, Allan Yamin, conta que no período de final de ano, as vendas de espumante aumentaram 25%, em comparação com o ano anterior. Os mais vendidos são os nacionais, na faixa de R$ 20* a R$ 50*. Os mais caros chegam a R$ 108*.

    Yamin destaca que os estoques estão preparados até após a virada de ano, período em que o espumante também é consumido em grande quantidade. "No primeiro trimestre, a venda de espumantes, vinhos brancos e rosê também é alta."

    Os mais pedidos são o Prosecco e os franceses. "O Moscatel, que é doce, e o Demi-sec, meio doce, têm uma grande saída, principalmente entre o público não especialista em degustação. Quem é mais treinado prefere o puro, para sentir o gosto da uva", explica. O valor destes produtos varia de R$ 28* até R$ 50*. Outro acompanhamento que tem tido boa aceitação dos fregueses para a ceia da virada é a cachaça e a cerveja artesanal, além dos antepastos para a ceia.

    *Pablo Cordeiro é estudante do 9º período de Comunicação Social da UFJF

    *Os preços foram fornecidos em dezembro de 2009

    Os textos são revisados por Madalena Fernandes

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