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Proporção de paulistanos que moram em apartamentos cresce 26,6% em 12 anos

A cidade de São Paulo viu parte dos seus moradores trocar casas por apartamentos em um intervalo de pouco mais de uma década, revelam dados da pesquisa por características dos domicílios do Censo 2022 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que foi divulgada nesta sexta (23).Na comparação com a pesquisa realizada em 2010, a capital paulista registrou aumento de 26,6% no número de habitantes em moradias verticais, passando de 2,6 milhões para 3,3 milhões.

Sistema de esgoto adequado é acessado por 3 em cada 4 brasileiros

Dados do Censo 2022 divulgados nesta sexta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que 75,7% dos brasileiros tinham, na época da pesquisa, acesso a sistema de esgotamento sanitário adequado, ou seja, ligado à rede coletora ou à fossa séptica, um avanço desde o Censo de 2000. Em 2000, os brasileiros com acesso a sistema de esgoto adequado somavam 59,2%.

Balneário Camboriú, Santos e São Caetano têm mais moradores em apartamentos do que em casas

Balneário Camboriú (SC), Santos (SP) e São Caetano do Sul (SP) são as três cidades brasileiras que possuem mais da metade da sua população vivendo em apartamentos, contrariando a regra na maioria das cidades do país em que a casa é a forma predominante de morar, segundo a pesquisa de características de domicílio do Censo 2022 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).Entre esses três municípios, São Caetano foi o que mais avançou na proporção da sua população vivendo em apartamentos entre as pesquisas de 2010 e 2022, passando de 35,3% para 50,8%.